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>> Eletrolifting

Eletrolifting (Regeneração de Estrias)


Estrias

As estrias caracterizam-se por um rompimento das fibras elásticas que sustentam a camada intermediária da pele, formada por colágeno e elastina (responsáveis pela sua elasticidade e tonicidade), resultantes de um estresse mecânico (estiramento) ou estresse fisiológico (estímulo hormonal).

A Técnica

A relutância na aceitação de tratamentos eficazes de estrias está baseada principalmente no fato de que a fibra elástica não se regenera. Porém, estudos preliminares mostraram que ocorre um acentuado aumento no número de fibroblastos jovens, uma neovascularização e o retorno da sensibilidade dolorosa após algumas sessões de estimulação elétrica, e como conseqüência uma grande melhora no aspecto da pele, que fica muito próxima do normal. O tratamento pode variar em diferentes indivíduos, como em qualquer outro tratamento. Este fato está centrado na capacidade reacional de cada indivíduo.

A técnica trata-se de um aparelho (próprio para eletrolifting) com a intensidade reduzida ao nível de microamperes. O tratamento é realizado com eletrodos em forma de agulhas que consiste numa eletrólise epitelial através dessas agulhas acopladas ao catodo de uma microcorrente galvânica.

A agulha utilizada deve ser fina, rígida e pontiaguda para penetrar facilmente na pele. Após a sessão, a mesma é descartada!!

Guirro & Guirro (2002) relatam que com a estimulação elétrica, as fibras colágenas sofrem algum tipo de reorientação. E que o processo de regeneração da estria está baseado na compilação dos efeitos intrínsecos da corrente contínua e dos processos envolvidos da inflamação aguda. A resposta à agressão, no caso específico da perfuração da pele pela agulha, pode finalizar com a recuperação da estria, restituindo a sua arquitetura original. As estimulações subseqüentes só poderão ser realizadas quando o processo inflamatório cessar por completo, evitando assim o risco de desenvolver uma inflamação crônica desencadeada pela persistência do estímulo inflamatório agudo. Por isso, a freqüência do tratamento deve ser uma vez por semana.

ATENÇÃO!! Não se deve tomar sol com o processo inflamatório ativo, devido ao perigo de manchar a pele.

O número médio de sessões gira em torno de 10, podendo este número ser ultrapassado sem contra-indicações. Tratamentos infalíveis a todas as pessoas não existem!

Contra-Indicações

- sobre feridas recentes;
- alergias ou irritação à corrente elétrica;
- hipersensibilidade dolorosa;
- diabetes;
- tendência a quelóide;
- síndrome de cushing